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O que é isto?
Balaio Literário
 

MÚSICA LATINA

Acabo de chegar do auditório da Escola de Música da UFRN que esteve lotado e “mui caliente” (pois o ar condicionado estava quebrado). Isso esquentou ainda mais a noite que o Instituto FAL nos proporcionou através de 20  músicas-ícone latinas:  Quizás, Quizás, Quizás, Gracias a la vida, Quando caliente el sol, Dame um poquito de amor,  Besame Mucho, Guantanamera, La Bamba, Usted se me llevó la vida, Maria,  Siempre te amare, Vivii sin aire, Sabor a mi, Piel Canela, Corazon espinado, Santo, Santo,  Los Hermanos, La Barca, Estoy aqui, Corazon Partiro e Salomé.

 

Uma banda muito competente segurava a cozinha lá atrás juntamente com três back-vocalistas de primeira e um grupo de dançarinos coreagrafados por Cida Gertrudes e Gevaldo Xavier ia encenando o clima de cada uma das músicas apresentadas.

 

Os alunos de canto do Instituto FAL iam se revezando nas interpretações, todos muito seguros e com timbres de voz diferenciadas, além da variação entre vozes masculinas e femininas.

 

O espetáculo teve a direção artística do professor Rildo Queiroz, que fez a apresentação de todo o evento musical com o seu jeito simpático e bem humorado de ser.

 

Gostei da seleção musical, de como foram feitos os arranjos (com muito metal, percussão, bateria, teclado, guitarra  e violão). Os figurinos de Elsa Mox funcionaram bem, tendo sido bem variados.

 

Balaio Literário faz um destaque especial para as apresentações de Roberto Wagner, interpretando “Dame um poquito de amor”; Laurence Bezerra, cantando “Usted se me llevó la vida”; Daniela Lucas, intepretando “Santo, Santo”;  e Andreza Menca, arrasando em “Estoy aqui”. 

 

É claro que o repertório foi muito bem escolhido e todos os alunos de canto se saíram muito bem. Gostaria inclusive de registrar também a excelente interpretação que Sacha Lídice fez de “Los Hermanos”, de Mercedes Sosa e louvar o “Gracias a la vida” (Violeta Parra), na voz de Karina Burgoa. (Sacha Lídice foi a mesma que fez a leitura dramática dos poemas no recital da soprano Simone Linhares, ontem, no auditório do Instituto FAL, comentado aqui no Balaio Literário).

 

Quem teve o privilégio de ouvir esses talentosos artistas, todos eles como “muchos hermanos”, cantando a vida, os amores do cancioneiro latino, saíram do auditório com a alma leve e com o coração pulsando mais forte. Essas músicas nos fazem reviver e mergulhar no passado, seja ele mais remoto ou ainda meio recente, com a cor da emoção e do sentimento que a boa música de época consegue fazer desabrochar em cada um de nós de um jeito singular, profundo, diferente.

 

Esse espetáculo é fruto do Projeto Operarte (Oficina Permanente de Arte), de largo alcance social, que conta com o patrocínio da COSERN, da Lei Câmara Cascudo e do Governo do Estado, além do apoio cultural da Faculdade de Natal – FAL.

 

 

 



 Escrito por José de Castro às 22h14 [] [envie esta mensagem]



CANÇÕES E POEMAS

Este foi o título do recital que aconteceu ontem no Instituto FAL, ocasião em que a cantora lírica Simone Linhares (soprano) executou um repertório muito bonito, acompanhada ao piano pela professora Joselene Araújo e que teve intercalações de poemas bem interpretados por Sacha Lídice.

 

O recital foi realizado sob a orientação do Professor Rildo Queiroz, daquele Instituto.

 

A soprano Simone Linhares é formada em Letras pela UFRN e tem especialização em Literatura Brasileira, sendo professora da rede estadual pública de educação do RN e também da rede municipal de ensino de Natal.

 

A professora Joselene Araújo começou seus estudos de piano aos 14 anos de idade. É licenciada em Música pela UFRN e hoje é professora do curso de piano e teclado do Instituto FAL. Estudou com Gerard Parente e Oriano de Almeida.

 

O repertório trouxe Villa-Lobos, Valdemar Henrique, Ernesto Nazaré, Oswaldo de Souza, Henkel Tavares e também Cláudio Santoro e Vinícius de Morais, dentre outros.  

 

Foi um espetáculo emocionante, que falou diretamente à alma e ao coração de todo o público ali presente. Felizmente, Natal começa a ampliar os espaços para a cultura, para a arte, para o teatro, para os saraus e para a música de qualidade, como a que tivemos a oportunidade de usufruir na noite de ontem.

 

 



 Escrito por José de Castro às 18h01 [] [envie esta mensagem]



LANÇAMENTO DE REVISTA

 

 

CEIA CULTURAL

 

Ontem, dia 19/11/04,  foi lançada a revista semestral CEIA CULTURAL, editada pelo colégio Centro de Educação Integrada – CEI, de Natal/RN.

 

A revista está muito bonita e faz uma homenagem à poetisa Zila Mamede, além de trazer crônica, comentários literários, palavra de pai de aluno (que foi um depoimento do escritor e crítico literário Tarcísio Gurgel),  artigos variados sobre aula de campo, tema integrador e cidadania, a socialização da arte em favor da educação, dentre outros.

 

Trouxe também uma entrevista com o escritor Carlos Newton Júnior, estudioso da obra de Ariano Suassuna, autor de vários livros como “O quinto naipe do baralho” e “Canudos: poema dos Quinhentos”... Carlos Newton  fala sobre cultura popular e erudita, suas preferências literárias, dentre outros temas interessantes.

 

Faço um destaque especial para as três resenhas que a revista publicou, todas elas assinadas por alunos do Colégio, numa qualidade excelente.

 

O conselho editorial, do qual fazem parte as professoras Celina Bezerra, Aldinida Medeiros, Áurea Frazão e o professor Nilton Xavier, está de parabéns, bem como todos os que colaboraram para que a revista ficasse tão rica e bonita.

 

A Preview Comunicação e Marketing assina o projeto gráfico, é uma edição da Verbo Comunicação e Eventos, tendo como jornalista responsável Sylvia Serejo.

 

Durante o coquetel de lançamento eu tive a oportunidade de conversar com uma das diretoras do CEI, a professora Maria Célia Lopes de Andrade e com a minha ex-colega de Departamento de Educação, a professora Celina Bezerra (do conselho editorial), sugerindo que o segundo número da revista seja feito em prazo hábil para ser lançado durante a III Bienal Nacional do Livro de Natal, que deverá ocorrer no início de junho de 2005. Elas acharam a idéia ótima e vão fazer de tudo para que isso se torne possível.

 

Uma revista como a CEIA CULTURAL vem a preencher um dos muitos espaços que ainda existem para que professores, alunos, pais de alunos e outros colaboradores possam somar seus talentos e, juntos, ajudarem na descoberta e divulgação de novos e importantes alimentos espirituais que são a cultura, a arte, a educação, indispensáveis na mesa de qualquer cidadão.   

 

Finalmente, é interessante relembrar que o Coral do CEI fez uma brilhante apresentação, com um repertório alegre, que incluiu canções natalinas e relembrou desde o lendário Lampião até o xote das meninas, colocando todo o mundo para cantar e  dançar os ritmos gostosos do nordeste, inclusive o meu filho Rodrigo (9 anos) que faz a 3ª série nesse Colégio.

 

Já estou preparando material para não ficar de fora da próxima edição da revista. 



 Escrito por José de Castro às 17h42 [] [envie esta mensagem]



LITERATURA INFANTIL

SARAU INFANTIL

 

Hoje à tarde nós (eu e a poetisa Lisbeth Lima de Oliveira) participamos de um sarau de poesias no Núcleo de Educação Infantil – NEI, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

 

Lisbeth (autora dos livros de poemas “Dormência” e “Felice”) fez a leitura de alguns poemas infantis criados por ela e eu também tive a mesma oportunidade.

 

Apresentei o poema “O bode”, que é um dos meus preferidos dentre os que constam do “A marreca de Rebeca”. Aproveitei a oportunidade e fiz a leitura de alguns poemas infantis de livros ainda inéditos.

 

As crianças gostaram desse contato direto com dois autores de “carne e osso” e aplaudiram bastante. Depois elas nos brindaram com apresentações de poemas do genial e inesquecível José Paulo Paes (autor do premiadíssimo “Poemas para brincar”, dentre outros livros infantis de qualidade).

 

A gente fica muito feliz quando vê que as escolas, cada vez mais, procuram valorizar a poesia e estimular nas crianças o prazer de ler. Além disso, as professoras vêm incentivando as crianças a se tornarem autoras, mostrando-lhes a importância de expressarem  poeticamente a sua visão de mundo.

 

 

 



 Escrito por José de Castro às 22h46 [] [envie esta mensagem]



NOVA FASE DO BALAIO LITERÁRIO

"Balaio Literário" é uma continuação do outro Balaio que se acessava pelo endereço: http://josedecastro.zip.net

Acontece que o meu espaço lá estourou o limite de bits permitidos e tive que migrar para esse novo endereço.

Mas os velhos "posts" estão lá no endereço anterior. Assim, os leitores amigos poderão visitar o "velho" e o "novo" Balaio.

Vou continuar fazendo o mesmo que faço: divulgando eventos, mostrando poemas meus e de autores que gosto, além de comentar obras que achar interessantes. É claro que sempre haverá uma ênfase muito forte na literatura infantil e infanto-juvenil, que é a minha paixão. Mas, de vez em quando, não vou me esquecer de colocar alguns temperos de humor.

A todos os que me visitam, sejam bem-vindos que a casa é amiga e o coração enorme.   



 Escrito por José de Castro às 08h13 [] [envie esta mensagem]



PARA REFLETIR

"Esta vida é uma estranha hospedaria,

de onde se parte quase sempre às tontas,

pois as nossas malas nunca estão prontas,

e a nossa conta nunca está em dia."

(Mario Quintana)

A ARTE DE SER BOM

Sê bom. Mas ao coração

prudência e cautela ajunta.

Quem todo de mel se unta,

os ursos o lamberão.

(Mario Quintana - 1906/1994)

Estes poemas me foram sugeridos pelo Wagner de Castro, lá de Governador Valadares. Obrigado, primo.

 



 Escrito por José de Castro às 08h01 [] [envie esta mensagem]



FEIRA DE CIÊNCIA

CIENTEC/UFRN

 

Visitei ontem a Feira de Ciências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – CIENTEC/2004 e vi muitas coisas interessantes por lá. O que me chamou mais a atenção foi a grande presença de jovens estudantes e de crianças visitando os vários estandes. E também a participação de muitas escolas da Rede Municipal de Educação de Natal.

 

Existe também uma Rádio produzida por alunos de comunicação que fica dando orientações sobre a Feira, notícias diversas e entrevistando professores, alunos e visitantes. Uma idéia muito boa para dinamizar o evento.

 

A programação de shows de ontem à noite estava muito bem feita. Teve “orquestra” de pau e latas (percussão muito bem executada), a qual conseguiu até fazer com que o público, numa grande roda, brincasse de ciranda.

 

O poeta popular Bob Mota apresentou seus poemas sertanejos e outros poetas também se apresentaram, além de dois emboladores de coco lá do Ceará que porfiaram em diversos estilos, glosando temas engraçados que mexeram com todo o público.

 

O grupo de folclore da UFRN apresentou vários números bem bonitos, com as suas encantadoras pastoras.

 

Teve participação do músico e compositor Galvão Filho, tendo a noite sido encerrada com um show da Banda do Cleudo, que botou o povo pra dançar o coco.

 

Neste ano a CIENTEC está homenageando os 100 anos do poeta popular Chico Antônio, num justo reconhecimento pela sua contribuição à cultura potiguar.

 

Hoje será o último dia da Feira. Quem ainda não foi, procure ir, pois vai valer a pena,. Além de toda a parte científica, artística e cultural, sebos, livros, artesanatos, estandes temáticas variadas (Esperanto, apicultura, jogos matemáticos e de fotografias – CLICK UFRN, dentre outros), tem uma praça da alimentação com opções para agradar a qualquer tipo de paladar. Meu filho Rodrigo (9 anos) foi ontem comigo e provou de quase tudo o que encontrou por lá: churro, pizza, churrasquinho e até mesmo a deliciosa e tradicional “maçã do amor”.



 Escrito por José de Castro às 07h44 [] [envie esta mensagem]



LITERATURA INFANTIL

AS LEITURAS DO TROCA-TROCA

 

Algumas escolas adotam uma estratégia interessante  para incentivar a leitura de livros: o troca-troca. Cada aluno leva um livro de sua preferência e, em classe, os livros são trocados e a criança pode levar o livro para fazer a leitura em casa.  Assim, cada criança lê o que o outro já leu. E os elos da leitura vão se multiplicando, numa teia saborosa de novas descobertas prazerosas.

 

Hoje, quero comentar um dos livros do troca-troca da escola do meu filho Rodrigo (9 anos, 3ª série do Ensino Fundamental – Centro de Educação Integrada – CEI – Natal/RN)

 

JEITO DE SER (Nye Ribeiro, mineira de Boa Esperança)

 

É um livro bem interessante, da coleção “Convívio Social e Ética”, a qual busca trabalhar valores, resgatando a ética e a moral perante a vida. “Jeito de ser” trata do conceito da individualidade, o “eu comigo”.

 

É uma leitura gostosa, em que a autora, numa linguagem poética,  descortina as coisas e seres que existem no mundo, e vai questionando acerca das várias possibilidades do modo de ser de: casa,  bichos, pedras, árvores, rios, flores, carta e gente.

 

Todos os poemas começam com uma pergunta: “Se você fosse uma casa,/ que tipo de casa gostaria de ser?” Aí são apresentadas várias alternativas interessantes e deixa margem para escolha. “Se você fosse um bicho,/que bicho gostaria de ser?” E assim por diante...

 

RIO

Se você fosse um rio,

que tipo de rio gostaria de ser?

 

Um rio poluído, que passa entre as pedras

levando com ele o lixo do mundo?

 

Um rio limpo, de águas transparentes...

Com pedrinhas no fundo, peixes grandes

e pequenos?

 

Um rio bem grande,

com muitos afluentes?

 

Um riozinho escondido

no meio da mata?

 

Um rio que faz curvas e dá muitas voltas,

esparramando suas águas pelo caminho...?

 

Um rio apressado que corre pro mar?

 

(Nye Ribeiro in “Jeito de Ser”, ilustrações Pierre Trabbold. São Paulo: Editora do Brasil, 2000)

 

Meu filho fez a leitura desse livro gostoso para mim hoje cedo, enquanto eu tomava o meu café da manhã. Foi dupla a minha alimentação: a física e a espiritual, além de conviver com o brilho dos olhos encantados do Rodrigo, saboreando cada poema.

 



 Escrito por José de Castro às 09h55 [] [envie esta mensagem]



LITERATURA JUVENIL

DICIONÁRIO ENGRAÇADO

Hoje, depois de várias leituras e releituras, considerei que o livro "Dicionário Engraçado: reflexões de um adolescente" está pronto para ser submetido às editoras com vistas à publicação.

Aproveito para agradecer a todos aqueles amigos e familiares que leram os originais e deram a sua valiosa colaboração para o aperfeiçoamento do texto.

Quero, especialmente, citar e agradecer as seguintes pessoas: Bia, minha esposa, Ana Elisa e Lucas (filhos), Marcos (enteado) e Diana (sua namorada); Marísia, Lisbeth, Daysi, Carla e Carminha, pessoas amigas. Gabriela (adolescente) e meu filho João Gabriel (quase deixando de ser adolescente). A todos esses, o meu sincero agradecimento pela paciência da leitura e pelas sugestões feitas. Ah, sim, não poderia deixar de agradecer também ao meu filho Rodrigo (9 anos), pelo entusiasmo, apoio e pela torcida que ele faz para o sucesso do livro.



 Escrito por José de Castro às 21h54 [] [envie esta mensagem]



LITERATURA INFANTIL – Parte 3

RELEITURAS DA MARRECA DE REBECA

 

Produção dos alunos da 3ª série do Ensino Funamental  - Colégio Executivo – Ponta Negra – Natal/RN

 

O JACARÉ

 

Feroz como ele

com seu olho arregalado,

amarelinho e estrelado.

 

Quando nada pelo rio

com suas patas grandes

e sua boca gigante

com seus dentes rasgantes,

 

qualquer coisa ele devora

com uma facilidade tão grande.

 (Sadeu e Stefan)

 

A BIGORNA DA ARAPONGA

 

A bigorna

toca araponga

de manhã olhando sua fã

e sua fã é sua irmã.

Á tarde, faz malandragem,

prega peças em sua irmã,

com a panela.

 

Sai voando, cantando e brincando!

Vive só tagarelando e mangando.

Olha a lua cheia com muita nobreza.

Passeia de manhã, dorme à tarde, brinca à noite.

Fica triste e sem graça porque não pode comer larva.

 (Paulo Lucas)

 

O PATO

 

O pato entrou no carro.

Quando o homem viu,

ficou desesperado

e depois caiu

e ficou melado.

E espantou o gato

e fugiu!

(Ariel e Pedro)

 



 Escrito por José de Castro às 21h40 [] [envie esta mensagem]



LITERATURA INFANTIL - Parte 1

RELEITURAS DA MARRECA DE REBECA

 

Na I Noite Literária do Colégio Executivo de Ponta Negra (Natal/RN), ocasião em que foram homenageados os autores Ziraldo, Ana Maria Machado, Ruth Rocha e eu, tive a oportunidade de ver um cartaz muito bonito com os poemas que os alunos da 3ª série do Ensino Fundamental daquele Colégio haviam produzido, a partir da leitura do meu livro “A marreca de Rebeca”. Os poemas ficaram bem interessantes e a professora Dalvinha fez questão de frisar para mim que ela não interferiu no processo de criação. Eles escreveram os textos com toda a liberdade.

 

“Balaio Literário” mostra alguns desses poemas das crianças, para que vocês tenham uma idéia do nível de criação e de elaboração poética desses pequenos leitores/autores.

 

A TRAÇA

 

A traça

ultrapassa a praça

e repassa a bola

para outra traça.

Siuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

 

(Gabriel Kaniski e Yasmin Rafaele)

 

A TATURANA

 

A taturana Doriana

faz xixi na cama

na casa da aranha.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

 

(Catarina C. Araújo, Júlia M. Pomposelli da Silva e Thainá L. C. dos Santos)

 

A TATURANA ARTE MODERNA

 

A taturana gosto muito de arte

e de um pedaço de papel.

Fez uma linda rosa

e deu o nome de manarte.

 

Fez mais flores e ficou apaixonada

e ganhou um beijo do nada.

SMACH!

 

(Amanda Helen R. Gomes e Joanna de Angelis O. da Motta)



 Escrito por José de Castro às 23h56 [] [envie esta mensagem]



LITERATURA INFANTIL - PARTE 2

RELEITURAS DA MARRECA DE REBECA

 

I NOITE LITERÁRIA DO COLÉGIO EXECUTIVO

 

Seguem mais alguns poemas criados pelas crianças da 3ª série do Ensino Fundamental do Colégio Executivo, após terem trabalhado em sala de aula a leitura do livro “A Marreca de Rebeca”.

 

A BARATA

 

Olha a barata!

Pega o chinelo e mata!

Ela subiu, levou uma

chinelada e caiu!

E depois foi parar

no hospital, e a mãe chorou demais!

Coitadinha da barata, caiu, sofreu e fugiu!

 

(Lucas Allan e André Victor)

 

 

O RINOCERONTE DESASTRADO

 

O rinoceronte audaz

gosta de chupar bala

e de levar tapa na orelha.

Ele é tão desastrado

que quase quebrou o quadro

do professor pirado.

 

Audaz gosta de fofoca

e é só fofoca, com seu amigo Pipoca.

 

Seu amigo Pipoca

fofoca até o que não gosta!

 

(Matheus Sobral)

 

O BICHO-DA-SEDA

 

Não põe mesa,

come direto na folha

sem deixar migalha

até acabar o galho.

 

Devagar e faminto

come com afinco.

Depois, de barriga cheia,

vai fiar a sua seda

até ficar seca

e virar um casulo

para que no escuro,

seguro, fique seguro.

 

(Allan Néri Fernandes da Silva, Álisson Lares Dirani)

 Escrito por José de Castro às 22h02 [] [envie esta mensagem]




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