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A ERA DE OURO
“Sois deuses e não sabeis.”
O Planeta Terra é uma escola que propicia à humanidade as lições que ela precisa para se aproximar da plenitude de sua perfeição. O homem não pode se iludir com essa existência e achar que o seu objetivo máximo está em obter coisas ou bens materiais, pura e simplesmente.
No dia em que os homens perceberem que precisam deixar de lado as suas ilusões terrenas, perceberão que existe um reino maior a ser conquistado: os reinos internos, os domínios do seu espírito e de sua alma.
Aí ele poderá se alinhar com aquela vontade Superior que aponta na direção do cumprimento da Lei do Amor ao próximo. Será o momento do exercício do verdadeiro poder, o poder de servir, de prestar assistência e de louvar a existência da liberdade suprema para todo o ser vivente.
Isso poderá significar o prenúncio do alvorecer de uma nova humanidade: o Poder do Amor exercido com Sabedoria. Nessa era abençoada, o homem terá olhos de ver a Beleza e a Perfeição em tudo e em todos. Não haverá lugar para o ódio, para as diferenças e nem para as disputas mesquinhas. Não haverá armas, nem guerras e nem qualquer forma de violência.
Ancorado na Luz, o Planeta será inundado pela compreensão e pelo sentimento da verdadeira Fraternidade que plenifica o coração do homem e o faz pulsar em harmonia com a Vontade Divina.
O homem viverá, finalmente, a sua Era de Ouro. Uma era de Luz e de Paz, eterna e infinita.
Escrito por José de Castro às 22h06
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O ANJO DA POESIA
A poesia traduz em palavras precisas aquilo que a Alma do poeta vê. E quando a palavra é um instrumento a serviço de Deus, surgem as profecias. Todo poeta verdadeiro é um profeta cujo compromisso é com a revelação de verdades eternas. O saber nos chega em versos, o verbo rimando com o sujeito de cada ação que somos convidados a realizar. Comunicar a presença da Alma é a forma mais pura de poesia.
Minha vida é o poema cujas rimas e ritmo estou sempre a escolher.
(extraído de CAFÉ, Sônia. Meditando com os Anjos II. São Paulo: Pensamento, 2002)
Escrito por José de Castro às 18h12
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AMIGO FIEL
“É uma consolação na vida termos alguém a quem descubramos os nossos corações, a quem confiamos os nossos segredos, amigo fiel que nos felicite na prosperidade, que se condoa com a nossa tristeza, que nos ampare se formos perseguidos”.
(Santo Ambrósio, in MARTINS, J.da S. Coletânea de Pensamentos da Sabedoria Universal. 3 ed. São Paulo: Martin Claret...)
EXALTAÇÃO À MULHER
“A mulher é a mais perfeita das criaturas, porque foi a última que caiu das mãos do Eterno, quando ele quis completar o quadro variado e magnífico das suas maravilhas com a maior das suas obras.”
(Gonçalves Dias, in MARTINS, J.da S. Coletânea de Pensamentos da Sabedoria Universal. 3 ed. São Paulo: Martin Claret...)
Escrito por José de Castro às 16h05
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ZOÉ: A CIDADE
Vocês sabiam que existe uma cidade chamada Zoé?
Pois existe, amigos... Vou transcrever uns trechos que comprovam isso:
“(...) Não é o que acontece em Zoé. Em todos os pontos da cidade, alternadamente, pode-se dormir, fabricar ferramentas, cozinhar, acumular moedas de ouro, despir-se, reinar, vender, consultar oráculos. Qualquer teto em forma de pirâmide pode abrigar tanto o lazareto dos leprosos quanto a termas das odaliscas. (...) Chega-se à seguinte conclusão: se a existência em todos os momentos é uma única, a cidade de Zoé é o lugar da existência indivisível. Mas então qual é o motivo da cidade? Qual é a linha que separa a parte de dentro da de fora, o estampido das rodas do uivo dos lobos?”
(CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. trad. Diogo Mainardi. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. p 34).
O exercício literário de Calvino em “As cidades invisíveis” assemelha-se ao giro de um caleidoscópio, em que as cores, formas e particularidades de cada cidade vão se mesclando e se transformando e atiçando a nossa capacidade imaginativa. Trata-se de cidades com arquiteturas bem singulares e inusitadas, trazendo-nos a certeza de que o gênio criativo não têm limites.
Para quem ainda não conhece, recomendo a leitura desse livro de ITALO CALVINO que tem outras obras bem interessantes, como O Visconde partido ao meio; O barão nas árvores; O Cavaleiro inexistente; Seis propostas para o próximo milênio; dentre outras de grande valor criativo e estético.
Escrito por José de Castro às 15h32
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REFLEXÕES
- Consciência é o discernimento da verdadeira essência de si mesmo e de todas as coisas.
- O controle da mente está no coração.
- Há sempre uma esperança para os que sabem amar.
- Sendo o mesmo, faço-me outro.
- Nós viemos aqui para ser belos e perfeitos, mas não vaidosos.
- Sem amor é impossível a verdadeira amizade.
Escrito por José de Castro às 12h28
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MAIS POEMAS DO LIVRO DAS RESPOSTAS
3. “Las lágrimas que no se lloran
esperan em pequeños lagos?
- As lágrimas que não se choram
represam, criam lagunas.
4. “O serán rios invisibles
que corren hacia la tristeza?”
- Todo homem tem um rio
correndo na sua infância.
À tristeza os invisíveis
correm na pálida lembrança.
O livro é recheado de “pérolas” como essas. Quem quiser mais, adquira a obra, pois vale a pena. Para ler e refletir.
(LIMA, Diógenes da Cunha. O Livro das Respostas – em face do Livro de las Preguntas, de Pablo Neruda – 2 ed. Rio de Janeiro: Lidador, 2002)
Escrito por José de Castro às 10h14
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TRECHOS DO LIVRO DAS RESPOSTAS
1. “Es verdad que las esperanzas
deben regarse con rocío?
- Se regas
a esperança da noite
com seu orvalho,
a vida tem madrugadas.”
2. “Por qué el sombrero de la noche
vuela con tantos agujeros?
- Furando o chapéu da noite
Deus fez a luz das estrelas.”
(LIMA, Diógenes da Cunha. O Livro das Respostas – em face do Livro de las Preguntas, de Pablo Neruda – 2 ed. Rio de Janeiro: Lidador, 2002)
Escrito por José de Castro às 10h12
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RELEITURAS: UM LIVRO, DOIS POETAS
Imagine dois livros lindos, num só. É o que acontece com “O livro das respostas (em face do libro de las preguntas, de Pablo Neruda”) – escrito pelo poeta Diógenes da Cunha Lima. Através dessa obra singular, dois poetas dialogam. Um pergunta em espanhol e o outro responde em português. São respostas etéreas, uma conversa de poeta a poeta, de coração a coração, de alma a alma. Você pode abrir o livro aleatoriamente, em qualquer página e encontrará algo que lhe toca a alma, preenchendo por dentro o coração. Apertem os cintos e soltem a emoção, vamos lá, no próximo post ver alguns desses poemas.
Escrito por José de Castro às 10h09
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REFLEXÃO
Nós somos um sopro de vida.
É preciso viver cada minuto
em plenitude,
como se fosse a eternidade.
CONJUGAÇÃO
Eu te crio,
tu me inventas,
nós vivemos.
Tu me ensinas,
eu te aprendo,
nós sabemos.
Escrito por José de Castro às 14h38
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